Temos um presidente, Luiz Inácio Lula da Silva, que já foi condenado em primeira e segunda instância por corrupção e lavagem de dinheiro, com condenações posteriormente anuladas por questões processuais, não por uma declaração de inocência sobre os fatos.
E, ainda assim, auxiliamos ao uso de dinheiro público em eventos que acabam, na prática, promovendo sua imagem.
Isso precisa ser aqui com todas as letras.
Carnaval é cultura. É tradição. É do povo.
Mas o dinheiro público também é.
E quando esse dinheiro passa a financiar eventos que exaltam figuras políticas, deixa de ser apenas cultura. Passa a ser usado pela máquina pública para construção de imagem.
Isso não é…
É estratégia.
E é uma estratégia que trata o cidadão como plateia, não como prioridade.
Não é sobre esquerda ou direita.
É sobre limite.
É sobre moralidade.
É sobre respeito com quem trabalha, pagamento de impostos e sustentação deste país.
Porque quem paga a conta não está na avenida com dinheiro sobrando.
Está no dia a dia, lutando para fechar o mês, vendendo seu dinheiro sendo utilizado em eventos que, muitas vezes, servem mais para fortalecer políticos do que para valorizar a população.

Foto/Instagram
Transformar festa popular em palanque político é ultrapassar uma linha que não deveria nem ser cogitada.
E pior, isso vem sendo normalizado.
Aplausos substituem questionamentos.
Imagens bonitas escondem a realidade.
E a política vai ocupar espaços onde não deveria, da forma que não deveria.
Enquanto isso, problemas reais continuam sem solução.
A conta chega.
E quem paga, como sempre, é o cidadão.
Isso não é cultura.
Isso é uso político da máquina pública.
E o brasileiro precisa parar de aceitar isso como normal.
@sabrinazminatto
Foto Capa/Internet










