O início da gestão do presidente interino da Câmara de Vereadores de Tubarão, Marcone (União Brasil), foi marcado por um excesso de otimismo, após um coquetel frustrado que virou assunto nos corredores do Legislativo na tarde desta sexta-feira (27).
Buscando estreitar laços e abrir as portas da presidência para a comunidade e lideranças locais, o presidente interino organizou uma recepção para marcar sua entrada no cargo, que caiu no seu colo, após o presidente do Legislativo no ano de 2026, Everson Martins (PSD), assumir o comando do município, por puro mérito dos serviços prestados à cidade, fala esta dita pelo prefeito Soratto (PL) e o vice Denis Matiola (PSD), na solenidade de transferência do comando municipal na última quinta-feira, onde contou com um grande número de pessoas, autoridades municipais, estaduais e a imprensa.
Mas, voltando para o fiasco da presidência interina do Legislativo Tubaronense, segundo informações da casa, após assistir à transição do executivo, a empolgação foi tanta que o presidente interino acabou esquecendo ou não sabe que, na política, a sabatina serve somente para os que realmente trabalham em prol do povo e da comunidade; o resto é somente politicagem barata.
Segundo relatos de quem circulou pela Câmara, o clima era de “festa pronta”, com 400 salgadinhos, muita expectativa e convidados ausentes.” Enquanto as bandejas de coxinhas, quibes e empadinhas ocupavam as mesas, o número de visitantes não chegou a 10 pessoas.
Nos bastidores políticos de Tubarão, comenta-se que o “fiasco” serviu como um balde de água fria nas pretensões do único vereador do União Brasil de demonstrar forte capital político imediato.
A lição que fica para a gestão interina é que, na política, a popularidade não se mede pela quantidade de comida na mesa, mas pela capacidade de mobilização real política e trabalho prestado ao povo. Porque na política é assim: pagando, qualquer um sai na capa; o verdadeiro político vai pra capa por puro mérito.
Corre a Boca Pequena: Comendo salgadinho até 2035!










