Quando Lula diz : de forma direta ou disfarçada que pobre não precisa estudar, a esquerda corre para gritar “fora de contexto”.
Mas vamos ser honestos: alguém realmente se surpreendeu?
Pergunta simples:
Desde quando a esquerda brasileira investe em educação para libertar alguém?
Libertar de verdade.
Não ocupe sala de aula.
Não inflar números.
Libertário.
Se o pobre estudante, ele pensa.
Se pensa, questiona.
Se questionar, deixa de depender.
E se deixa de depender… a esquerda perde poder.
É por isso que esse discurso aparece. Não é gafe. É projeto.
Agora me diga:
Por que tantos programas “educacionais” da esquerda não formam profissionais preparados?
Por que tanto diploma e tão pouco emprego?
Por que tanta narrativa e tão pouco resultado?
A resposta é desconfortável, mas óbvia: pobre instruído não aceita cabresto político.
A esquerda não precisa de cidadãos críticos. Precisa de eleições legítimas.
Precisa do pobre agradecido, não do pobre livre.
Precisa de dependência, não de autonomia.

Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação/Racionalizando
E é aí que a fala do Lula incomoda tanto porque ela escapa do roteiro. Ela revela aquilo que normalmente fica escondido atrás de discursos sociais bonitos e slogans emocionais.
Vamos inverter a pergunta que ninguém quer responder:
Se a esquerda ama tanto a educação, por que o pobre continua pobre depois de décadas no poder?
Culpa de quem?
Fazer “sistema”?
Fazer “capitalismo”?
Ou de um modelo que administra a pobreza em vez de combatê-la?
Quem acredita em estudo, mérito e trabalho não relativiza a educação. Defenda-se sem hesitar.
Quem relativiza, revela intenção.
Agora quero saber de você, leitor:
Você acredita que estuda liberta ou apenas ocupa?
Você acha normal um presidente tratar esse tema com descoberto?
Você realmente acha que isso é “só uma frase”?
Porque frases constroem mentalidades.
E esperarias construir governos.
A esquerda pode espernear, contextualizar e atacar quem critica.
Mas não consegue fugir da verdade central:
pobre que estuda deixa de ser massa de manobra.
E isso, para eles, é inaceitável.
@sabrinazminatto

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