Tubarão contabiliza 661 focos do mosquito Aedes aegypti identificados em diferentes bairros do município. O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira (12) pela Vigilância Epidemiológica, junto com a atualização dos dados da dengue em 2026.
Segundo o boletim, foram registradas 125 notificações da doença. Desse total, oito casos foram confirmados como autóctones, ou seja, contraídos dentro do próprio município. Não há registros de casos importados nem de suspeitas em investigação.
Outras 117 notificações tiveram resultado negativo e foram descartadas. Desde o início do ano, duas pessoas precisaram ser internadas em decorrência da dengue.
Diante da identificação dos focos, o Núcleo de Combate às Endemias mantém as ações de prevenção e controle do mosquito. As equipes realizam inspeções e monitoram regiões consideradas prioritárias, além de fazer visitas domiciliares e orientar os moradores sobre medidas para impedir a reprodução do Aedes aegypti.
Também são executadas aplicações de Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI) e pulverizações em bairros e pontos com maior concentração de focos. Os serviços seguem critérios técnicos e epidemiológicos definidos pelos órgãos de saúde.
Os bairros com maior número de focos
Centro (72), Humaitá de Cima (60), Revoredo (55), Vila Moema (52), Oficinas (48), Humaitá (48), Recife (42), Dehon (36) e Morrotes (35). Também foram registrados focos em São João Margem Esquerda (32), Fábio Silva (27), Monte Castelo (27), Vila Esperança (24), Santo Antônio de Pádua (20), São Cristóvão (15), São Martinho (13), São João Margem Direita (12), Passagem (9), São Clemente (9), Santa Luzia (5), Bom Pastor (5), Praia Redonda (4), KM 60 (3), Congonhas (3), Sertão dos Corrêas (2), Guarda Margem Direita (1), Cruzeiro (1) e Mato Alto (1).
As ações de combate são realizadas de forma contínua pelas equipes, que reforçam a importância da colaboração dos moradores, permitindo a entrada dos agentes nas residências durante as visitas e seguindo as orientações para eliminar possíveis criadouros do mosquito. A participação da população é fundamental para reduzir a quantidade de focos e contribuir para a prevenção da dengue no município.

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